Video de apoio: Êxodo
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Assim trabalharam Bezalel e Aoliabe, e todo o homem sábio de coração, a quem o SENHOR dera sabedoria e inteligência, para saber como haviam de fazer toda a obra para o serviço do santuário, conforme a tudo o que o SENHOR tinha ordenado.
Então Moisés chamou a Bezalel e a Aoliabe, e a todo o homem sábio de coração, em cujo coração o Senhor tinha dado sabedoria; a todo aquele a quem o seu coração moveu a se chegar à obra para fazê-la.
Estes receberam de Moisés toda a oferta alçada, que trouxeram os filhos de Israel para a obra do serviço do santuário, para fazê-la, e ainda eles lhe traziam cada manhã ofertas voluntárias.
E vieram todos os sábios, que faziam toda a obra do santuário, cada um da obra que fazia,
E falaram a Moisés, dizendo: O povo traz muito mais do que basta para o serviço da obra que o Senhor ordenou se fizesse.
Então mandou Moisés que proclamassem por todo o arraial, dizendo: Nenhum homem, nem mulher, faça mais obra alguma para a oferta alçada do santuário. Assim o povo foi proibido de trazer mais,
Porque tinham material bastante para toda a obra que havia de fazer-se, e ainda sobejava.
Assim todo o sábio de coração, entre os que faziam a obra, fez o tabernáculo de dez cortinas de linho fino torcido, e de azul, e de púrpura, e de carmesim, com querubins; da obra mais esmerada as fez.
O comprimento de cada cortina era de vinte e oito côvados, e a largura de quatro côvados; todas as cortinas tinham uma mesma medida.
E ligou cinco cortinas uma com a outra; e outras cinco cortinas também ligou uma com outra.
Depois fez laçadas de azul na borda de uma cortina, à extremidade, na juntura; assim também fez na borda, à extremidade da juntura da segunda cortina.
Cinqüenta laçadas fez numa cortina, e cinqüenta laçadas fez numa extremidade da cortina, que se ligava com a segunda; estas laçadas eram contrapostas uma a outra.
Também fez cinqüenta colchetes de ouro, e com estes colchetes uniu as cortinas uma com a outra; e assim foi feito um tabernáculo.
Fez também cortinas de pêlos de cabras para a tenda sobre o tabernáculo; fez onze cortinas.
O comprimento de uma cortina era de trinta côvados, e a largura de quatro côvados; estas onze cortinas tinham uma mesma medida.
E uniu cinco cortinas à parte, e outras seis à parte,
E fez cinqüenta laçadas na borda da última cortina, na juntura; também fez cinqüenta laçadas na borda da cortina, na outra juntura.
Fez também cinqüenta colchetes de metal, para ajuntar a tenda, para que fosse um todo.
Fez também, para a tenda, uma coberta de peles de carneiros, tintas de vermelho; e por cima uma coberta de peles de texugos.
Também fez, de madeira de acácia, tábuas levantadas para o tabernáculo, que foram colocadas verticalmente.
O comprimento de cada tábua era de dez côvados, e a largura de um côvado e meio.
Cada tábua tinha duas cavilhas pregadas uma a outra; assim fez com todas as tábuas do tabernáculo.
Assim, pois, fez as tábuas para o tabernáculo; vinte tábuas para o lado que dá para o sul;
E fez quarenta bases de prata debaixo das vinte tábuas; duas bases debaixo de uma tábua, para as suas duas cavilhas, e duas debaixo de outra, para as suas duas cavilhas.
Também fez vinte tábuas ao outro lado do tabernáculo, do lado norte,
Com as suas quarenta bases de prata; duas bases debaixo de uma tábua, e duas bases debaixo de outra tábua.
E ao lado do tabernáculo para o ocidente fez seis tábuas.
Fez também duas tábuas para os cantos do tabernáculo nos dois lados,
As quais por baixo estavam juntas, e também se ajuntavam por cima com uma argola; assim fez com ambas nos dois cantos.
Assim eram oito tábuas com as suas bases de prata, a saber, dezesseis bases; duas bases debaixo de cada tábua.
Fez também travessas de madeira de acácia; cinco para as tábuas de um lado do tabernáculo,
E cinco travessas para as tábuas do outro lado do tabernáculo; e outras cinco travessas para as tábuas do tabernáculo do lado ocidental.
E fez que a travessa do meio passasse pelo meio das tábuas de uma extremidade até a outra.
E cobriu as tábuas de ouro, e as suas argolas (os lugares das travessas) fez de ouro; as travessas também cobriu de ouro.
Depois fez o véu de azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido; de obra esmerada o fez com querubins.
E fez-lhe quatro colunas de madeira de acácia, e as cobriu de ouro; e seus colchetes fez de ouro, e fundiu-lhe quatro bases de prata.
Fez também para a porta da tenda o véu de azul, e de púrpura, e de carmesim, e de linho fino torcido, da obra do bordador,
Com as suas cinco colunas e os seus colchetes; e as suas cabeças e as suas molduras cobriu de ouro; e as suas cinco bases eram de cobre.
Comentário de Estudo
O capítulo 36 de Êxodo marca o início da construção do Tabernáculo, um projeto divino que mobilizou todo o povo de Israel. Sob a liderança de Bezalel e Aoliabe, artesãos dotados de sabedoria divina, a obra progrediu com notável dedicação. A generosidade do povo foi tão abundante que as ofertas precisaram ser contidas, um testemunho raro de zelo e devoção. Este capítulo detalha a confecção das cortinas internas e externas, revelando a beleza e a funcionalidade da morada de Deus entre Seu povo.
Versículos 1-2
A Capacitação Divina e o Chamado ao Serviço
Bezalel, Aoliabe e todos os homens de coração sábio, nos quais o Senhor havia infundido sabedoria e entendimento, começaram a trabalhar conforme as instruções divinas. Moisés os convocou, reconhecendo não apenas a habilidade natural, mas a capacitação sobrenatural e a disposição de seus corações. Isso nos ensina que os talentos que Deus nos confia devem ser usados ativamente para Seu serviço, não guardados. Aqueles chamados para a obra do Senhor devem possuir tanto a capacidade quanto a boa vontade para se dedicarem com seriedade.
Versículos 3-7
A Generosidade Abundante e a Integridade dos Obreiros
O povo de Israel continuou a trazer ofertas voluntárias todas as manhãs, demonstrando um zelo extraordinário. A tal ponto que os artesãos, com grande integridade, informaram a Moisés que havia material mais do que suficiente para a obra. Esta atitude dos obreiros é um exemplo notável de honestidade e desapego, recusando-se a acumular o que não era necessário. Moisés, então, proclamou em todo o acampamento que ninguém mais deveria trazer ofertas, um raro caso em que a caridade precisou ser refreada.
Versículos 8-13
As Cortinas Internas: Beleza e Unidade do Santuário
Os artesãos habilidosos iniciaram a confecção das dez cortinas internas do Tabernáculo, feitas de linho fino retorcido, azul, púrpura e carmesim, adornadas com querubins de obra esmerada. Cada cortina tinha dimensões precisas e foram unidas por laços e colchetes de ouro, formando um único e majestoso santuário. Esta estrutura simboliza a beleza da santidade e a unidade da Igreja de Cristo, adornada com os dons e graças do Espírito. Assim como as cortinas se uniam, os crentes são chamados a formar um só corpo em Cristo.
Versículos 14-19
As Cortinas Externas: Proteção e Natureza Peregrina
Em seguida, foram feitas as onze cortinas de pelos de cabra, que serviam como uma tenda sobre o Tabernáculo, proporcionando uma camada adicional de proteção. Estas cortinas, também unidas por colchetes de bronze, eram mais rústicas, mas essenciais para a funcionalidade do santuário. Acima delas, foram colocadas coberturas de peles de carneiro tingidas de vermelho e, por fim, uma cobertura de peles de texugo. Essa estrutura multicamadas representa a natureza peregrina da igreja no mundo, protegida por Deus enquanto marcha por um "país inimigo".
Temas
Referências cruzadas
Adaptado de Matthew Henry's Commentary on the Whole Bible (domínio público)
Minhas anotações
Guarde percepções, decisões e orações ligadas a Êxodo 36.
Último salvamento: Ainda não salvo