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Gênesis 34

Gênesis · Capítulo 34 · 31 versículos

ACF · Almeida Corrigida Fiel

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Video de apoio: Gênesis

Material recomendado para complementar a leitura do capitulo.

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Visao geral de Genesis para apoiar a leitura com contexto literario e teologico.

Credito: BibleProject. Este video e incorporado diretamente do YouTube.

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1E saiu Diná, filha de Lia, que esta dera a Jacó, para ver as filhas da terra.

2E Siquém, filho de Hamor, heveu, príncipe daquela terra, viu-a, e tomou-a, e deitou-se com ela, e humilhou-a.

3E apegou-se a sua alma com Diná, filha de Jacó, e amou a moça e falou afetuosamente à moça.

4Falou também Siquém a Hamor, seu pai, dizendo: Toma-me esta moça por mulher.

5Quando Jacó ouviu que Diná, sua filha, fora violada, estavam os seus filhos no campo com o gado; e calou-se Jacó até que viessem.

6E saiu Hamor, pai de Siquém, a Jacó, para falar com ele.

7E vieram os filhos de Jacó do campo, ouvindo isso, e entristeceram-se os homens, e iraram-se muito, porquanto Siquém cometera uma insensatez em Israel, deitando-se com a filha de Jacó; o que não se devia fazer assim.

8Então falou Hamor com eles, dizendo: A alma de Siquém, meu filho, está enamorada da vossa filha; dai-lha, peço-vos, por mulher;

9E aparentai-vos conosco, dai-nos as vossas filhas, e tomai as nossas filhas para vós;

10E habitareis conosco; e a terra estará diante de vós; habitai e negociai nela, e tomai possessão nela.

11E disse Siquém ao pai dela, e aos irmãos dela: Ache eu graça em vossos olhos, e darei o que me disserdes;

12Aumentai muito sobre mim o dote e a dádiva e darei o que me disserdes; dai-me somente a moça por mulher.

13Então responderam os filhos de Jacó a Siquém e a Hamor, seu pai, enganosamente, e falaram, porquanto havia violado a Diná, sua irmã.

14E disseram-lhe: Não podemos fazer isso, dar a nossa irmã a um homem não circuncidado; porque isso seria uma vergonha para nós;

15Nisso, porém, consentiremos a vós: se fordes como nós; que se circuncide todo o homem entre vós;

16Então dar-vos-emos as nossas filhas, e tomaremos nós as vossas filhas, e habitaremos convosco, e seremos um povo;

17Mas se não nos ouvirdes, e não vos circuncidardes, tomaremos a nossa filha e ir-nos-emos.

18E suas palavras foram boas aos olhos de Hamor, e aos olhos de Siquém, filho de Hamor.

19E não tardou o jovem em fazer isto; porque a filha de Jacó lhe contentava; e ele era o mais honrado de toda a casa de seu pai.

20Veio, pois, Hamor e Siquém, seu filho, à porta da sua cidade, e falaram aos homens da sua cidade, dizendo:

21Estes homens são pacíficos conosco; portanto habitarão nesta terra, e negociarão nela; eis que a terra é larga de espaço para eles; tomaremos nós as suas filhas por mulheres, e lhes daremos as nossas filhas.

22Nisto, porém, consentirão aqueles homens, em habitar conosco, para que sejamos um povo, se todo o homem entre nós se circuncidar, como eles são circuncidados.

23E seu gado, as suas possessões, e todos os seus animais não serão nossos? Consintamos somente com eles e habitarão conosco.

24E deram ouvidos a Hamor e a Siquém, seu filho, todos os que saíam da porta da cidade; e foi circuncidado todo o homem, de todos os que saíam pela porta da sua cidade.

25E aconteceu que, ao terceiro dia, quando estavam com a mais violenta dor, os dois filhos de Jacó, Simeão e Levi, irmãos de Diná, tomaram cada um a sua espada, e entraram afoitamente na cidade, e mataram todos os homens.

26Mataram também ao fio da espada a Hamor, e a seu filho Siquém; e tomaram a Diná da casa de Siquém, e saíram.

27Vieram os filhos de Jacó aos mortos e saquearam a cidade; porquanto violaram a sua irmã.

28As suas ovelhas, e as suas vacas, e os seus jumentos, e o que havia na cidade e no campo, tomaram.

29E todos os seus bens, e todos os seus meninos, e as suas mulheres, levaram presos, e saquearam tudo o que havia em casa.

30Então disse Jacó a Simeão e a Levi: Tendes-me turbado, fazendo-me cheirar mal entre os moradores desta terra, entre os cananeus e perizeus; tendo eu pouco povo em número, eles ajuntar-se-ão, e serei destruído, eu e minha casa.

31E eles disseram: Devia ele tratar a nossa irmã como a uma prostituta?

Comentário de Estudo

Este capítulo marca o início das grandes aflições de Jacó através de seus filhos, revelando a vaidade deste mundo e as dores comuns que até mesmo pessoas piedosas podem enfrentar. A narrativa aborda a desonra de Diná, a filha de Jacó, por Siquém, o príncipe da terra. Em seguida, detalha o tratado de casamento proposto pelos cananeus e a resposta enganosa dos filhos de Jacó. O episódio culmina em uma vingança traiçoeira e sangrenta, destacando as complexidades e os perigos da vida familiar e da interação com culturas estrangeiras.

Versículos 1-5

A Desonra de Diná e a Reação de Jacó

Diná, a única filha de Jacó, saiu por curiosidade para ver as mulheres da terra, expondo-se a um grande perigo. Siquém, o príncipe local, a viu, tomou-a e a desonrou, embora depois seu coração se apegasse a ela e ele desejasse casar-se. Ele pediu a seu pai, Hamor, que arranjasse o casamento, mostrando um desejo de reparar o mal. Jacó, ao saber do ocorrido, permaneceu em silêncio, aguardando a chegada de seus filhos do campo. Este silêncio inicial de Jacó reflete sua perplexidade e a prudência de não agir impulsivamente diante de uma notícia tão grave.

Versículos 6-12

A Proposta de Casamento e Aliança dos Cananeus

Hamor, pai de Siquém, procurou Jacó para negociar o casamento, enquanto os filhos de Jacó, ao retornarem, ficaram profundamente indignados com a desonra de sua irmã. Hamor e Siquém apresentaram uma proposta sincera, oferecendo Diná em casamento e buscando uma aliança mais ampla entre suas famílias. Eles propuseram que os povos se casassem entre si e que a família de Jacó pudesse habitar e negociar livremente na terra. Siquém, demonstrando grande afeição por Diná, prometeu pagar qualquer dote ou presente que fosse exigido. Esta oferta generosa e o desejo de integração revelam a boa-fé inicial dos cananeus.

Versículos 13-17

A Condição Enganosa dos Filhos de Jacó

Os filhos de Jacó responderam a Hamor e Siquém de forma enganosa, motivados pela raiva e pelo desejo de vingança pela desonra de Diná. Eles declararam que não poderiam dar sua irmã a um homem incircunciso, pois isso seria uma vergonha para eles, invocando um pretexto religioso. A condição imposta foi que todos os homens de Siquém fossem circuncidados, prometendo então que se tornariam um só povo. Contudo, essa exigência não visava a santidade, mas sim torná-los vulneráveis para um ataque. Esta estratégia traiçoeira revela a profundidade da ira e do engano no coração dos irmãos de Diná.

Temas

As Consequências da Curiosidade e Vaidade JuvenilA Dor e Aflição nas Famílias PiasA Hipocrisia e o Engano em Nome da FéA Gravidade do Pecado Sexual e Suas RepercussõesA Importância da Autoridade Parental e Suas Falhas

Referências cruzadas

Tito 2:52 Samuel 13:12Salmos 39:1-2Provérbios 14:12Provérbios 6:27-29

Adaptado de Matthew Henry's Commentary on the Whole Bible (domínio público)

Minhas anotações

Guarde percepções, decisões e orações ligadas a Gênesis 34.

Último salvamento: Ainda não salvo

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