Bíblia Viva 360
Sobre
Livros//

Isaías 31

Isaías · Capítulo 31 · 9 versículos

ACF · Almeida Corrigida Fiel

123456789101112131415161718192021222324252627282930313233343536373839404142434445464748495051525354555657585960616263646566

Video de apoio: Isaías

Material recomendado para complementar a leitura do capitulo.

Assistir explicacao do BibleProject

Visao geral de Isaias para apoiar a leitura com contexto literario e teologico.

Credito: BibleProject. Este video e incorporado diretamente do YouTube.

Abrir no YouTubeCanal BibleProjectSite oficial

1Ai dos que descem ao Egito a buscar socorro, e se estribam em cavalos; e têm confiança em carros, porque são muitos; e nos cavaleiros, porque são poderosíssimos; e não atentam para o Santo de Israel, e não buscam ao SENHOR.

2Todavia também ele é sábio, e fará vir o mal, e não retirará as suas palavras; e levantar-se-á contra a casa dos malfeitores, e contra a ajuda dos que praticam a iniqüidade.

3Porque os egípcios são homens, e não Deus; e os seus cavalos, carne, e não espírito; e quando o Senhor estender a sua mão, tanto tropeçará o auxiliador, como cairá o ajudado, e todos juntamente serão consumidos.

4Porque assim me disse o Senhor: Como o leão e o leãozinho rugem sobre a sua presa, ainda que se convoque contra ele uma multidão de pastores, não se espantam das suas vozes, nem se abatem pela sua multidão, assim o Senhor dos Exércitos descerá, para pelejar sobre o monte Sião, e sobre o seu outeiro.

5Como as aves voam, assim o Senhor dos Exércitos amparará a Jerusalém; ele a amparará, a livrará e, passando, a salvará.

6Convertei-vos, pois, àquele contra quem os filhos de Israel se rebelaram tão profundamente.

7Porque naquele dia cada um lançará fora os seus ídolos de prata, e os seus ídolos de ouro, que vos fabricaram as vossas mãos para pecardes,

8E a Assíria cairá pela espada, não de poderoso homem; e a espada, não de homem desprezível, a consumirá; e fugirá perante a espada e os seus jovens serão tributários.

9E de medo passará a sua rocha, e os seus príncipes terão pavor da bandeira, diz o Senhor, cujo fogo está em Sião e a sua fornalha em Jerusalém.

Comentário de Estudo

Este capítulo de Isaías serve como um forte lembrete da soberania de Deus e da insensatez de confiar em alianças humanas em vez do Senhor. Ele começa com um lamento contra aqueles que buscaram ajuda no Egito, negligenciando o Santo de Israel. Em contraste, o profeta assegura a proteção divina sobre Jerusalém, comparando o cuidado de Deus à ferocidade de um leão e à ternura de uma ave. O capítulo conclui com um chamado ao arrependimento e a promessa da queda do exército assírio, reafirmando que a verdadeira segurança reside somente em Deus.

Versículos 1-3

A Insensatez de Confiar no Egito

O profeta Isaías pronuncia um "ai" sobre aqueles que, em sua aflição, buscaram socorro no Egito, confiando em seus cavalos e carros de guerra, em vez de olhar para o Santo de Israel. Essa atitude revela uma profunda falta de fé, pois eles negligenciaram a sabedoria e o poder de Deus. Isaías lembra que os egípcios são apenas homens, e seus cavalos, carne, não espírito, incapazes de oferecer a verdadeira ajuda. Quando o Senhor estender sua mão, tanto o ajudador quanto o ajudado cairão juntos, demonstrando a futilidade de tais alianças.

Versículos 4-5

A Proteção Inabalável de Deus sobre Sião

Em contraste com a fragilidade das alianças humanas, Deus promete uma proteção poderosa e inabalável para Jerusalém. Ele é comparado a um leão que não se intimida com o barulho dos pastores, vindo para lutar pelo Monte Sião com resolução inabalável. Além disso, a proteção do Senhor é descrita com a ternura de aves que voam para defender seus ninhos, pairando sobre seus filhotes. Essa imagem dupla enfatiza tanto a força invencível quanto o cuidado amoroso de Deus, garantindo que Ele defenderá, livrará e preservará seu povo.

Versículos 6-7

Um Chamado Urgente ao Arrependimento

Diante da iminente destruição e da fidelidade de Deus, o profeta faz um apelo veemente para que o povo de Israel retorne ao Senhor. Aqueles que se desviaram para a idolatria e para a confiança em nações estrangeiras são exortados a se converterem da sua profunda apostasia. O arrependimento implica abandonar os ídolos de prata e ouro, que suas próprias mãos fizeram, e reconhecer que somente o Senhor é digno de confiança e adoração. Este é um convite à restauração do relacionamento com o Deus vivo e verdadeiro.

Versículos 8-9

A Queda da Assíria e a Vitória do Senhor

O capítulo culmina com a profecia da queda do exército assírio, que não será por espada humana, mas pela intervenção divina. O Senhor fará com que o inimigo fuja, e seus jovens guerreiros serão forçados a trabalhos forçados. O rei da Assíria, antes tão temido, será tomado de pavor e seus príncipes abandonarão sua bandeira. Esta profecia reafirma que a vitória final pertence a Deus, que tem seu fogo em Sião e sua fornalha em Jerusalém, demonstrando que Ele é o único refúgio e a verdadeira força de seu povo.

Temas

Confiança em Deus vs. Confiança HumanaSoberania e Fidelidade DivinaArrependimento e Retorno ao SenhorJuízo Divino sobre a Idolatria e a DesobediênciaProteção e Salvação de Jerusalém

Referências cruzadas

Salmos 20:7Jeremias 17:5Salmos 91:4Deuteronômio 32:11Joel 2:13

Adaptado de Matthew Henry's Commentary on the Whole Bible (domínio público)

Minhas anotações

Guarde percepções, decisões e orações ligadas a Isaías 31.

Último salvamento: Ainda não salvo

Bíblia Viva 360

Uma plataforma para ler, localizar e compreender as Escrituras em contexto, conectando eventos, personagens, lugares, doutrinas e referências em uma experiência integrada.

Referências bíblicas
Contexto histórico
Trilhas guiadas
Recursos de estudo

Explorar

  • Timeline
  • Mapa Interativo
  • Personagens
  • Tribos de Israel

Estudar

  • Bíblia
  • Planos de Leitura
  • Teologia Sistemática
  • Trilhas
  • Flashcards e quizzes

Jornada

  • Devocionais
  • Minha Jornada
  • Biblioteca
  • Sobre

© 2026Bíblia Viva 360. Conteúdo para estudo bíblico.

PrivacidadeTermos de UsoCookies
contato@bibliaviva360.com.br
Datas históricas apresentadas como aproximadas.