Bíblia Viva 360
Estudo bíblicoAssinatura
Livros//

Marcos 15

Marcos · Capítulo 15 · 47 versículos

ACF · Almeida Corrigida Fiel

Leia com mais contexto

Abra o caderno para consultar palavras em grego e hebraico, quando disponíveis, e compreender o contexto desta passagem.

Comece por Marcos 15:1. Clique ou toque no número antes de cada versículo para estudar essa passagem.

12345678910111213141516

Video de apoio: Marcos

Material recomendado para complementar a leitura do capitulo.

Assistir explicacao do BibleProject

Visao geral de Marcos para apoiar a leitura com contexto literario e teologico.

Credito: BibleProject. Este video e incorporado diretamente do YouTube.

Abrir no YouTubeCanal BibleProjectSite oficial

Clique ou toque no número antes de cada versículo para estudar essa passagem.

E, logo ao amanhecer, os principais dos sacerdotes, com os anciãos, e os escribas, e todo o Sinédrio, tiveram conselho; e, ligando Jesus, o levaram e entregaram a Pilatos.

E Pilatos lhe perguntou: Tu és o Rei dos Judeus? E ele, respondendo, disse-lhe: Tu o dizes.

E os principais dos sacerdotes o acusavam de muitas coisas; porém ele nada respondia.

E Pilatos o interrogou outra vez, dizendo: Nada respondes? Vê quantas coisas testificam contra ti.

Mas Jesus nada mais respondeu, de maneira que Pilatos se maravilhava.

Ora, no dia da festa costumava soltar-lhes um preso qualquer que eles pedissem.

E havia um chamado Barrabás, que, preso com outros amotinado- res, tinha num motim cometido uma morte.

E a multidão, dando gritos, começou a pedir que fizesse como sempre lhes tinha feito.

E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que vos solte o Rei dos Judeus?

Porque ele bem sabia que por inveja os principais dos sacerdotes o tinham entregado.

Mas os principais dos sacerdotes incitaram a multidão para que fosse solto antes Barrabás.

E Pilatos, respondendo, lhes disse outra vez: Que quereis, pois, que faça daquele a quem chamais Rei dos Judeus?

E eles tornaram a clamar: Crucifica-o.

Mas Pilatos lhes disse: Mas que mal fez? E eles cada vez clamavam mais: Crucifica-o.

Então Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhe Barrabás e, açoitado Jesus, o entregou para ser crucificado.

E os soldados o levaram dentro à sala, que é a da audiência, e convocaram toda a coorte.

E vestiram-no de púrpura, e tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram na cabeça.

E começaram a saudá-lo, dizendo: Salve, Rei dos Judeus!

E feriram-no na cabeça com uma cana, e cuspiram nele e, postos de joelhos, o adoraram.

E, havendo-o escarnecido, despiram-lhe a púrpura, e o vestiram com as suas próprias vestes; e o levaram para fora a fim de o crucificarem.

E constrangeram um certo Simão, cireneu, pai de Alexandre e de Rufo, que por ali passava, vindo do campo, a que levasse a cruz.

E levaram-no ao lugar doGólgota, que se traduz por lugar da Caveira.

E deram-lhe a beber vinho com mirra, mas ele não o tomou.

E, havendo-o crucificado, repartiram as suas vestes, lançando sobre elas sortes, para saber o que cada um levaria.

E era a hora terceira, e o crucificaram.

E por cima dele estava escrita a sua acusação: O REI DOS JUDEUS.

E crucificaram com ele dois salteadores, um à sua direita, e outro à esquerda.

E cumprindo-se a escritura que diz: E com os malfeitores foi contado.

E os que passavam blasfemavam dele, meneando as suas cabeças, e dizendo: Ah! tu que derrubas o templo, e em três dias o edificas,

Salva-te a ti mesmo, e desce da cruz.

E da mesma maneira também os principais dos sacerdotes, com os escribas, diziam uns para os outros, zombando: Salvou os outros, e não pode salvar-se a si mesmo.

O Cristo, o Rei de Israel, desça agora da cruz, para que o vejamos e acreditemos. Também os que com ele foram crucificados o injuriavam.

E, chegada a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra até a hora nona.

E, à hora nona, Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? que, traduzido, é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?

E alguns dos que ali estavam, ouvindo isto, diziam: Eis que chama por Elias.

E um deles correu a embeber uma esponja em vinagre e, pondo-a numa cana, deu-lho a beber, dizendo: Deixai, vejamos se virá Elias tirá-lo.

E Jesus, dando um grande brado, expirou.

E o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo.

E o centurião, que estava defronte dele, vendo que assim clamando expirara, disse: Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus.

E também ali estavam algumas mulheres, olhando de longe, entre as quais também Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, o menor, e de José, e Salomé;

As quais também o seguiam, e o serviam, quando estava na Galiléia; e muitas outras, que tinham subido com ele a Jerusalém.

E, chegada a tarde, porquanto era o dia da preparação, isto é, a véspera do sábado,

Chegou José de Arimatéia, senador honrado, que também esperava o reino de Deus, e ousadamente foi a Pilatos, e pediu o corpo de Jesus.

E Pilatos se maravilhou de que já estivesse morto. E, chamando o centurião, perguntou-lhe se já havia muito que tinha morrido.

E, tendo-se certificado pelo centurião, deu o corpo a José;

O qual comprara um lençol fino, e, tirando-o da cruz, o envolveu nele, e o depositou num sepulcro lavrado numa rocha; e revolveu uma pedra para a porta do sepulcro.

E Maria Madalena e Maria, mãe de José, observavam onde o punham.

Comentário de Estudo

O capítulo 15 de Marcos narra os momentos finais da vida terrena de Jesus, desde seu julgamento perante Pilatos até seu sepultamento. Aqui, testemunhamos a consumação de seus sofrimentos, iniciados no capítulo anterior. A narrativa detalha a injustiça de seu julgamento, a crueldade de sua execução e a fidelidade de seu sacrifício. É um relato pungente da paixão de Cristo, que culmina em sua morte e sepultamento, revelando a profundidade de seu amor redentor. Este capítulo nos convida a contemplar o preço da nossa salvação.

Versículos 1-15

Jesus Diante de Pilatos e a Injustiça da Multidão

Logo pela manhã, os líderes religiosos conspiraram e entregaram Jesus a Pilatos, o governador romano. Pilatos questionou Jesus sobre ser o Rei dos Judeus, e Jesus confirmou sua identidade, mas permaneceu em silêncio diante das muitas acusações falsas. Admirado com seu silêncio, Pilatos tentou libertá-lo, oferecendo a escolha entre Jesus e Barrabás, um assassino e insurgente. Contudo, instigada pelos sacerdotes, a multidão clamou pela crucificação de Jesus e pela libertação de Barrabás, revelando a profunda corrupção e inveja dos líderes religiosos. A pressão popular e a covardia de Pilatos selaram o destino do Salvador. Este episódio destaca a cegueira espiritual e a manipulação que levaram à condenação do inocente.

Versículos 16-24

A Humilhação e o Caminho para o Calvário

Após a condenação, os soldados romanos levaram Jesus para o Pretório, onde o sujeitaram a escárnio cruel. Vestiram-no com um manto de púrpura, colocaram uma coroa de espinhos em sua cabeça e o saudaram ironicamente como "Rei dos Judeus". Batiam nele e cuspiam, intensificando sua humilhação antes da crucificação. Em seguida, despiram-no do manto, vestiram-no com suas próprias roupas e o levaram para ser crucificado, carregando sua cruz. Este trajeto doloroso e humilhante é um testemunho do sofrimento que Cristo suportou por amor à humanidade.

Versículos 25-32

A Crucificação e os Escárnios na Cruz

Jesus foi crucificado às nove da manhã, entre dois ladrões, cumprindo as Escrituras. O título de sua acusação, "O Rei dos Judeus", foi afixado na cruz, ironicamente proclamando sua verdadeira identidade. Aqueles que passavam por ali o insultavam, balançando a cabeça e zombando de sua incapacidade de salvar a si mesmo. Até os chefes dos sacerdotes e escribas o ridicularizavam, desafiando-o a descer da cruz. Mesmo em seu momento de maior agonia, Jesus suportou os escárnios, demonstrando sua perfeita obediência e amor sacrificial. Sua dignidade permaneceu intacta, apesar da crueldade ao seu redor.

Versículos 33-41

A Morte de Jesus e as Testemunhas de Sua Divindade

Ao meio-dia, uma escuridão cobriu toda a terra até as três da tarde, um sinal sobrenatural da gravidade do momento. Às três, Jesus clamou em alta voz: "Eloí, Eloí, lamá sabactâni?", que significa "Meu Deus, meu Deus, por que me desamparaste?". Com um grande brado, Jesus expirou, e o véu do templo se rasgou em duas partes, de alto a baixo, simbolizando o novo acesso a Deus. O centurião romano, testemunhando sua morte e os eventos, reconheceu: "Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus", e algumas mulheres fiéis observavam de longe. A morte de Jesus não foi um fim, mas o ápice de sua missão redentora, validada por sinais cósmicos e testemunhos humanos.

Versículos 42-47

O Sepultamento Digno de Jesus

Ao cair da tarde, José de Arimateia, um membro respeitável do Sinédrio que esperava o Reino de Deus, corajosamente pediu o corpo de Jesus a Pilatos. Pilatos, surpreso com a rapidez da morte, confirmou com o centurião e concedeu o corpo. José comprou um lençol de linho, desceu Jesus da cruz, envolveu-o e o depositou em um sepulcro cavado na rocha. Uma pedra foi rolada para fechar a entrada do sepulcro, enquanto Maria Madalena e Maria, mãe de José, observavam o local onde ele foi sepultado. Este ato de compaixão e fé garantiu um sepultamento digno para o Salvador, preparando o cenário para a ressurreição.

Temas

A Soberania Divina na PaixãoA Injustiça Humana e a Corrupção ReligiosaO Sacrifício Expiatório de CristoA Fidelidade de Jesus em Meio ao SofrimentoO Testemunho da Morte de Jesus

Referências cruzadas

Salmos 118:27Isaías 53:7Mateus 27:24João 19:10-111 Pedro 2:23

Adaptado de Matthew Henry's Commentary on the Whole Bible (domínio público)

Minhas anotações

Guarde percepções, decisões e orações ligadas a Marcos 15.

Último salvamento: Ainda não salvo

Bíblia Viva 360

Uma plataforma para ler, localizar e compreender as Escrituras em contexto, conectando eventos, personagens, lugares, doutrinas e referências em uma experiência integrada.

Referências bíblicas
Contexto histórico
Trilhas guiadas
Recursos de estudo

Explorar

  • Timeline
  • Mapa Interativo
  • Personagens
  • Tribos de Israel

Estudar

  • Estudo bíblico
  • Bíblia
  • Planos de Leitura
  • Teologia Sistemática
  • Sermões Clássicos
  • Trilhas
  • Flashcards e quizzes

Jornada

  • Porção Diária
  • Devocionais
  • Minha Jornada
  • Biblioteca
  • Sobre

© 2026Bíblia Viva 360. Conteúdo para estudo bíblico.

PrivacidadeTermos de UsoCookies
contato@bibliaviva360.com.br
Datas históricas apresentadas como aproximadas.
HojeBíbliaLivraria