Video de apoio: Romanos
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Mas nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos.
Portanto cada um de nós agrade ao seu próximo no que é bom para edificação.
Porque também Cristo não agradou a si mesmo, mas, como está escrito: Sobre mim caíram as injúrias dos que te injuriavam.
Porque tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança.
Ora, o Deus de paciência e consolação vos conceda o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Cristo Jesus,
Para que concordes, a uma boca, glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.
Portanto recebei-vos uns aos outros, como também Cristo nos recebeu para glória de Deus.
Digo, pois, que Jesus Cristo foi ministro da circuncisão, por causa da verdade de Deus, para que confirmasse as promessas feitas aos pais;
E para que os gentios glorifiquem a Deus pela sua misericórdia, como está escrito:Portanto eu te louvarei entre os gentios,E cantarei ao teu nome.
E outra vez diz:Alegrai-vos, gentios, com o seu povo.
E outra vez:Louvai ao Senhor, todos os gentios,E celebrai-o todos os povos.
Outra vez diz Isaías:Uma raiz em Jessé haverá,E naquele que se levantar para reger os gentios,Os gentios esperarão.
Ora o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em crença, para que abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo.
Eu próprio, meus irmãos, certo estou, a respeito de vós, que vós mesmos estais cheios de bondade, cheios de todo o conhecimento, podendo admoestar-vos uns aos outros.
Mas, irmãos, em parte vos escrevi mais ousadamente, como para vos trazer outra vez isto à memória, pela graça que por Deus me foi dada;
Que seja ministro de Jesus Cristo para os gentios, ministrando o evangelho de Deus, para que seja agradável a oferta dos gentios, santificada pelo Espírito Santo.
De sorte que tenho glória em Jesus Cristo nas coisas que pertencem a Deus.
Porque não ousarei dizer coisa alguma, que Cristo por mim não tenha feito, para fazer obedientes os gentios, por palavra e por obras;
Pelo poder dos sinais e prodígios, e pela virtude do Espírito de Deus; de maneira que desde Jerusalém, e arredores, até ao Ilírico, tenho pregado o evangelho de Jesus Cristo.
E desta maneira me esforcei por anunciar o evangelho, não onde Cristo foi nomeado, para não edificar sobre fundamento alheio;
Antes, como está escrito:Aqueles a quem não foi anunciado, o verão,E os que não ouviram o entenderão.
Por isso também muitas vezes tenho sido impedido de ir ter convosco.
Mas agora, que não tenho mais demora nestes sítios, e tendo já há muitos anos grande desejo de ir ter convosco,
Quando partir para Espanha irei ter convosco; pois espero que de passagem vos verei, e que para lá seja encaminhado por vós, depois de ter gozado um pouco da vossa companhia.
Mas agora vou a Jerusalém para ministrar aos santos.
Porque pareceu bem à macedônia e à Acaia fazerem uma coleta para os pobres dentre os santos que estão em Jerusalém.
Isto lhes pareceu bem, como devedores que são para com eles. Porque, se os gentios foram participantes dos seus bens espirituais, devem também ministrar-lhes os temporais.
Assim que, concluído isto, e havendo-lhes consignado este fruto, de lá, passando por vós, irei à Espanha.
E bem sei que, indo ter convosco, chegarei com a plenitude da bênção do evangelho de Cristo.
E rogo-vos, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor do Espírito, que combatais comigo nas vossas orações por mim a Deus;
Para que seja livre dos rebeldes que estão na Judéia, e que esta minha administração, que em Jerusalém faço, seja bem aceita pelos santos;
A fim de que, pela vontade de Deus, chegue a vós com alegria, e possa recrear-me convosco.
E o Deus de paz seja com todos vós. Amém.
Comentário de Estudo
O capítulo 15 de Romanos prossegue a discussão iniciada no capítulo anterior sobre a tolerância mútua em questões indiferentes. Paulo busca promover a unidade e a harmonia entre os cristãos, especialmente onde há divergências de opinião e afeto. Ele enfatiza a necessidade de paciência e compreensão para acalmar tensões e cultivar um espírito de amor. O apóstolo apresenta preceitos, orações e seu próprio exemplo para guiar a igreja.
Versículos 1-2
O Dever do Forte: Suportar o Fraco e Agradar ao Próximo
Paulo inicia o capítulo com um chamado àqueles que são espiritualmente fortes para suportar as fraquezas dos mais débeis na fé. Isso implica não buscar a própria satisfação, mas sim considerar e ter compaixão pelos irmãos. Devemos nos esforçar para agradar ao próximo, não para satisfazer seus desejos pecaminosos, mas para o seu bem e edificação espiritual. A verdadeira complacência cristã busca o crescimento e a união do corpo de Cristo, negando o próprio ego em favor do outro.
Versículos 3
O Exemplo Supremo de Cristo na Auto-Negação
Para fundamentar o mandamento de não agradar a si mesmo, Paulo aponta para o exemplo incomparável de Cristo. Jesus não buscou seu próprio conforto, honra ou prazer, mas esvaziou-se e suportou reprovações por amor à humanidade. A Escritura, citando o Salmo 69:9, revela que as injúrias dirigidas a Deus caíram sobre Ele, demonstrando sua profunda identificação com a glória do Pai e seu sacrifício vicário. O Senhor preferiu nosso benefício à sua própria facilidade, tornando-se o modelo perfeito de abnegação.
Versículos 4
O Propósito Edificante das Escrituras
O apóstolo reforça a importância das Escrituras, afirmando que tudo o que foi escrito anteriormente serve para nosso aprendizado. As narrativas e ensinamentos do Antigo Testamento, incluindo as profecias sobre Cristo, foram registrados para nos instruir e nos dar esperança. Através da paciência e do consolo que as Escrituras oferecem, somos capacitados a perseverar e a manter a fé. Elas nos fornecem exemplos, advertências e promessas divinas, fortalecendo nossa jornada cristã.
Temas
Referências cruzadas
Adaptado de Matthew Henry's Commentary on the Whole Bible (domínio público)
Conexões deste capítulo
Continue o estudo por personagens, eventos e lugares relacionados a esta passagem.
A capital do Império Romano e o centro do mundo antigo. Destino final de Paulo e local do seu martírio, assim como o de Pedro.
Terceira maior cidade do Império Romano e quartel-general das viagens missionárias de Paulo. Foi aqui que os discípulos foram pela primeira vez chamados de 'cristãos'.
Minhas anotações
Guarde percepções, decisões e orações ligadas a Romanos 15.
Último salvamento: Ainda não salvo