"The Tender-Hearted Redeemer"
Pontos Principais
Jesus chorou por Jerusalém demonstrando que Seu amor pelos pecadores é genuíno, profundo e pessoalmente sentido — não uma abstração teológica, mas uma emoção real do Filho de Deus encarnado
A recusa da graça divina não é uma tragédia passiva, mas uma escolha ativa da vontade humana endurecida, o que torna a condenação do pecador tanto mais solene e sem desculpa
O mesmo Cristo que chorou sobre a cidade ainda hoje oferece misericórdia ao pecador arrependido, e esse apelo deve mover tanto o coração do pregador quanto o coração do ouvinte a responder com urgência
"Quando se aproximou e viu a cidade, chorou por ela."
— Lucas 19:41
Há cenas que a imaginação humana jamais conseguiria inventar. Essa é uma delas. O Rei dos reis, aquele por quem e para quem todas as coisas foram criadas, monta em um jumentinho enquanto a multidão agita ramos de palmeira e grita hosanas. É um momento de triunfo. É o dia da apresentação do Messias a Seu povo. E então — quando a procissão atinge o cume do Monte das Oliveiras e a cidade resplandecente de Jerusalém se estende diante dos olhos de todos — o Rei chora.
Não é um soluço discreto. O texto original sugera um pranto convulsivo, lágrimas que não se contêm. O mesmo Cristo que ressuscitou Lázaro agora chora sobre uma cidade que está prestes a matar o Príncipe da Vida. Que visão extraordinária! Os anjos devem ter contemplado aquela cena com espanto sagrado — o eterno Filho de Deus, vestido em nossa carne frágil, derramando lágrimas reais sobre almas que escolheram sua própria perdição.
Meu amigo, venha contemplar conosco este Cristo que chora. Não há sermão mais poderoso do que este quadro. Não há argumento mais convincente para a realidade do amor de Deus do que estas lágrimas que escorrem pelo rosto do Filho Eterno.
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Charles Spurgeon
1834–1892
Charles Haddon Spurgeon (1834–1892), conhecido como "O Príncipe dos Pregadores", foi pastor batista do Metropolitan Tabernacle em Londres. Sua pregação rica em ilustrações, profundamente calvinista e evangelística, alcançou milhares semanalmente e continua influenciando o protestantismo global.
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