"Confession of Sin"
Pontos Principais
A confissão do pecado deve ser específica, sincera e vinda do coração — não uma fórmula vazia, mas uma rendição real diante de Deus.
O perdão de Deus é garantido não pela qualidade da nossa confissão, mas pelo caráter imutável de Deus: Ele é fiel e justo para perdoar.
A purificação de todo pecado pelo sangue de Jesus Cristo é plena, suficiente e disponível agora — nenhum pecado é grande demais para ser lavado.
*"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça."*
— 1 João 1:9
Há textos na Bíblia que parecem escritos com tinta de ouro puro. Este é um deles. Se pudesse escolher um versículo para gravar sobre a porta de entrada de todo coração humano, escolheria este — não porque seja o mais grandioso das Escrituras, mas porque é, talvez, o mais necessário. Ele foi escrito para almas que carregam o peso esmagador da culpa, para homens e mulheres que chegam ao fim de si mesmos e não sabem se ainda há esperança.
E a resposta de João, iluminado pelo Espírito Santo, é clara como o sol do meio-dia: há esperança, e ela tem um nome — confissão.
Mas cuidado. Não me entenda mal desde o princípio. Não estou dizendo que a confissão em si é o fundamento do perdão. O fundamento é outro — é eterno, sólido como rocha, e tem sido testado por milhares de almas ao longo dos séculos. O fundamento é Deus mesmo: *Ele é fiel. Ele é justo.* A confissão é a mão estendida que recebe o que Deus já preparou em Cristo.
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Charles Spurgeon
1834–1892
Charles Haddon Spurgeon (1834–1892), conhecido como "O Príncipe dos Pregadores", foi pastor batista do Metropolitan Tabernacle em Londres. Sua pregação rica em ilustrações, profundamente calvinista e evangelística, alcançou milhares semanalmente e continua influenciando o protestantismo global.