Isaías 59:4
Ninguém há que clame pela justiça, nem ninguém que compareça em juízo pela verdade; confiam na vaidade, e falam mentiras; concebem o mal, e dão à luz a iniqüidade.
Almeida Corrigida Fiel
Ninguém há que clame pela justiça, nem ninguém que compareça em juízo pela verdade; confiam na vaidade, e falam mentiras; concebem o mal, e dão à luz a iniqüidade.
Almeida Corrigida Fiel
Hebraico
Uma série de verbos sem tempo marcado descreve uma sociedade sem justiça: ninguém clama com justiça nem litiga com fidelidade, e todos confiam no "vazio" e geram maldade como quem concebe e dá à luz.
Leitura literal
Não há quem clame com justiça, e não há quem seja julgado com fidelidade; confiar no vazio e falar falsidade, conceber problema e gerar maldade.
Palavra por palavra: nada chamar em justiça e nada julgar em fidelidade confiar sobre informidade e falar vaidade conceber problema e gerar mal
O que o português não mostra
Palavra-chave
תֹּ֫הוּto.hu“informidade”
Forma neste versículo:
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substantivo comum, masculino singular, estado absoluto
Substantivo que indica o que é vazio, sem forma, nada. Aparece em 19 versículos do Antigo Testamento, 11 em Isaías. A ACF traduz por "vaidade". Aqui, confiar no tohu é apoiar-se em algo que não tem substância, e a palavra é a mesma que descreve a terra "sem forma" em Gênesis 1:2.
Aparece 19 vezes no Antigo Testamento (11 em Isaías).
A lista completa de ocorrências faz parte do Essencial.